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Financiamento · Barra da Tijuca

Financiar imóvel em 2026: o que o novo teto do SFH muda no seu bolso

O teto do Sistema Financeiro de Habitação passou para R$ 2,25 milhões e a Selic começou a cair. Veja o que isso significa na prática, quais taxas estão sendo oferecidas e por que comparar bancos pesa mais do que esperar.

Sky Lounge do WE Barra by Living, na Barra da Tijuca
Sky Lounge do WE Barra by Living.

Na hora de comprar um apartamento, muita gente trava numa pergunta: financiar agora ou esperar a taxa cair? Duas mudanças recentes ajudam a responder, e uma terceira informação, sobre como as pessoas escolhem o banco, pesa mais do que as duas.

O que mudou no teto do SFH e na Selic

Em outubro de 2025, a Caixa e o governo federal elevaram o teto do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. A cota máxima financiável também subiu, para até 80% no SAC e 70% na Tabela Price. Isso importa porque imóveis dentro do teto têm acesso a juros regulados, historicamente mais baixos que os de fora dele.

Ao mesmo tempo, o Copom começou a cortar a Selic: ela caiu para 14,25% ao ano na decisão de 17 de junho de 2026, depois de 15% no início do ano. A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) projeta que o financiamento imobiliário do país cresça cerca de 16% em 2026.

R$ 2,25 mi
novo teto do SFH, antes R$ 1,5 mi
14,25% a.a.
Selic desde 17/06/2026, em queda
+16%
de crescimento projetado no crédito imobiliário em 2026 (Abecip)

Quais taxas os bancos estão cobrando

As taxas de financiamento imobiliário ficam bem abaixo da Selic. Isso acontece porque o sistema brasileiro capta boa parte do dinheiro pela poupança (SBPE), que reage menos à Selic que outras linhas de crédito.

BancoTaxa a partir de
Caixa Econômica Federal11,19% a.a. + TR
Itaú11,60% a.a.
Santander11,69% a.a.

Como a Caixa e os bancos privados disputam clientes, os spreads estão mais apertados e há espaço para negociar, desde que você tenha propostas para comparar.

Comparar bancos faz diferença?

Faz, e muito. A LARYA, correspondente bancário especializado em crédito imobiliário, analisou 1.041 processos de financiamento do primeiro trimestre de 2026. O resultado:

82% dos compradores compararam apenas 1 a 2 bancos antes de financiar

Segundo o estudo, quem comparou só esses bancos pagou em média 1,2 ponto percentual a mais do que quem consultou 4 ou mais, o que dá cerca de R$ 87 mil a mais em juros ao longo de 30 anos. O financiamento médio da amostra foi de R$ 480 mil, com prazo médio de 28 anos, perfil próximo ao de quem financia um apartamento como os do WE Barra.

Resumo para quem vai financiar

Quer simular o financiamento de um apartamento no WE Barra?

O Lançamentos Rio Imóveis, parceiro da RJZ Cyrela e da Living na Barra da Tijuca, ajuda a montar a simulação.

Texto informativo sobre condições gerais de crédito imobiliário, sem caráter de recomendação financeira. Taxas, tetos e condições variam por instituição e perfil de crédito e podem mudar depois da publicação; consulte seu banco ou correspondente bancário.

Fontes: Banco Central do Brasil (decisão do Copom de 17/06/2026, Selic em 14,25% a.a.); Abecip; LARYA (correspondente bancário); Caixa Econômica Federal; reportagens Portas, Trinus e InfoMoney sobre Selic e crédito imobiliário (2026).